A legião de imbecis segundo Umberto Eco
Assim nos conceitos gerais, o povo mais ignaro, esse que não teve instrução formal (por culpa de quem não proporcionou – seja o estado ou a família) é nominado analfabeto. Ok.
Os que tiveram a oportunidade de aprender a ler e escrever, mas são incapazes de interpretar o que leem são conhecidos como analfabetos funcionais. Ok.
E tem os que sabem ler e escrever, até entendem o que leem, mas não se aprofundam nas leituras das letras das filosofias, literaturas e de outras ciências e tudo o mais que consolida uma cuca capaz de discernir, tendem a simplificar tudo, e como tem acesso a internet opinam sobre quase tudo que pinta nessa rede. Esses são imbecis. Ou compõem a legião de imbecis conectados. Ok?
Pois é. É o que se depreende da fala do Eco, o grande Umberto , o cara das semióticas, linguísticas e filosofias, escritor de obras magnificas, tarado pela idade média. Um erudito de marca maior.
Critico do papel das novas tecnologias no processo de
disseminação de informação, tascou isso aí quando recebia um titulo de doutor
honoris causa da Universidade de Turim lá pelo dia 10 de junho de 2015:
Deu o maior fuzuê. Concorda ou disconcorda?
(Diga-se, a bem da verdade, que ele fazia, no contexto, a defesa da imprensa profissional, com a utilização de critérios na difusão de informações.)

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