Paris pirocadora
Tava eu cá nesse far-niente, nesse ócio pós tormenta dos muitos mares navegados vendo o David, aquele Letterman do Late Show, modelo imitado pelo Jô, o nosso gordo. O cara é bom nessa coisa de espremer os entrevistados e tirar deles a coisa inusitada, escondida, e quase sempre dá certo, fazendo com que pessoa se exponha, se abra e tasque pra fora aquilo que normalmente fica trancado no absconso de cada um.
Pois sim, o bicho entrevistava uma galeguinha esbelta e bonita, que eu, um mané periférico dessas coisas fashions e de muitas outras, desconhecia. Tratava-se de uma tal Paris Hilton, que fiquei sabendo, descende de uma família abastada, dona dos hotéis Hilton e outros empreendimentos no mundo. Novinha, a criatura parece que tem 21 anos, mas já com muita rodagem no extra-mundo da moda, da pirocagem, e da química das drogas ditas lícitas e não.
A moça, ao que parece, independentemente dos seus atributos físicos que são muitos, ficou famosa mesmo foi por conta de um namorado sacana, que numa atitude de pura cafajestice filmou, sem seu conhecimento, e à média luz, uma desinibida sessão de sexo animal entre os dois, pra faturar em cima do evento, vendendo a fita.
Curioso que só, e despertado pelas pimentas da entrevista, escarafunchei a Internet procurando o danado do vídeo, e verifiquei que há uma avalanche de fitas falsas todas com o mesmo nome, denotando aí o oportunismo deslavado da pornoputaria. Achar o verdadeiro foi um garimpo duro, suado. Mas encontrei. É um videozinho mixuruca em termo de qualidade técnica. Filmado na penumbra, a imagem é que nem aquelas dos tiroteios do Iraque, cinza-brilhante. Em termos artísticos a moça se sai bem, o cara é um canastrão. Do ponto de vista das performances e embates carnais, nada que o kama-sutra não ensine.
Ela, sob efeito etílico, de fumaça, pó ou seja lá o que for, se solta. Lambe a fruta com gosto e zelo, faz malabarismo, se senta, fica de quatro, se esbalda em qualquer posição, e busca sempre aquela de mais profunda penetração, como de resto qualquer uma buscaria. O canastrão se esforça pra manter-se teso. Enfim, nada escandaloso ou revolucionário nas artes do vuco-vuco. Nada que não se soubesse ou se fizesse desde o início dos tempos. De interessante só o fato de ser uma coisa real, e não uma representação fuleira pornô, uma intimidade escancarada de dois jovens, e um deles bela, rica e meio-famosa.
Mas o que chamou mais atenção não foi a fodelança. Foi o fato de que já não se fazem famílias ricas como nos tempos de antanho. Ali o povo rico se esmerava na refinada educação dos filhos, consumia artes em todas as sua formas e havia uma preocupação na formação cultural e intelectual dos rebentos. No que era imitada pelas classes médias. Havia gosto pela leitura e tal. Durante a entrevista a moça revelou-se fútil, limitada, com parcos conhecimentos. Escrachava sempre que podia o ex-namorado, chamando-o de otário. Quase uma lástima.
Está fazendo um reality show numa tv de lá com uma amiga, tipo essa é a nossa vida. Parece que faz algum sucesso na esteira do escândalo. Revelou que não tem nada de real e é tudo premeditado, uma enganação.
Sinceramente, pelos predicados físicos, e pelas habilidades orais, manuais e vaginais, creio que a moça faria uma bela carreira como pornoatriz.
Pois sim, o bicho entrevistava uma galeguinha esbelta e bonita, que eu, um mané periférico dessas coisas fashions e de muitas outras, desconhecia. Tratava-se de uma tal Paris Hilton, que fiquei sabendo, descende de uma família abastada, dona dos hotéis Hilton e outros empreendimentos no mundo. Novinha, a criatura parece que tem 21 anos, mas já com muita rodagem no extra-mundo da moda, da pirocagem, e da química das drogas ditas lícitas e não.
A moça, ao que parece, independentemente dos seus atributos físicos que são muitos, ficou famosa mesmo foi por conta de um namorado sacana, que numa atitude de pura cafajestice filmou, sem seu conhecimento, e à média luz, uma desinibida sessão de sexo animal entre os dois, pra faturar em cima do evento, vendendo a fita.
Curioso que só, e despertado pelas pimentas da entrevista, escarafunchei a Internet procurando o danado do vídeo, e verifiquei que há uma avalanche de fitas falsas todas com o mesmo nome, denotando aí o oportunismo deslavado da pornoputaria. Achar o verdadeiro foi um garimpo duro, suado. Mas encontrei. É um videozinho mixuruca em termo de qualidade técnica. Filmado na penumbra, a imagem é que nem aquelas dos tiroteios do Iraque, cinza-brilhante. Em termos artísticos a moça se sai bem, o cara é um canastrão. Do ponto de vista das performances e embates carnais, nada que o kama-sutra não ensine.
Ela, sob efeito etílico, de fumaça, pó ou seja lá o que for, se solta. Lambe a fruta com gosto e zelo, faz malabarismo, se senta, fica de quatro, se esbalda em qualquer posição, e busca sempre aquela de mais profunda penetração, como de resto qualquer uma buscaria. O canastrão se esforça pra manter-se teso. Enfim, nada escandaloso ou revolucionário nas artes do vuco-vuco. Nada que não se soubesse ou se fizesse desde o início dos tempos. De interessante só o fato de ser uma coisa real, e não uma representação fuleira pornô, uma intimidade escancarada de dois jovens, e um deles bela, rica e meio-famosa.
Mas o que chamou mais atenção não foi a fodelança. Foi o fato de que já não se fazem famílias ricas como nos tempos de antanho. Ali o povo rico se esmerava na refinada educação dos filhos, consumia artes em todas as sua formas e havia uma preocupação na formação cultural e intelectual dos rebentos. No que era imitada pelas classes médias. Havia gosto pela leitura e tal. Durante a entrevista a moça revelou-se fútil, limitada, com parcos conhecimentos. Escrachava sempre que podia o ex-namorado, chamando-o de otário. Quase uma lástima.
Está fazendo um reality show numa tv de lá com uma amiga, tipo essa é a nossa vida. Parece que faz algum sucesso na esteira do escândalo. Revelou que não tem nada de real e é tudo premeditado, uma enganação.
Sinceramente, pelos predicados físicos, e pelas habilidades orais, manuais e vaginais, creio que a moça faria uma bela carreira como pornoatriz.
Venho primeiramente agradecer as doces palavras deixadas no meu humilde blog. Gostaria mesmo era de ter a sua classe e a sua dominância com as palavras. Com um texto deste, primoroso, jamais deixaria este blog abandonado. Amei. E também gostaria de ver o vídeo de Paris, afinal tenho uma queda fantástica para a pornoputaria.
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