quinta-feira, junho 03, 2004


E o mar já não era
(fragmentos de sonhos)

Agora, pés já postos neste cais nativo, piso na terra da minha terra e miro o mar de águas verdes que balança calmo. A pele ainda puída pelo sol e o sal, o corpo moído pelo frio e pelo balanço inconstante das ondas pede repouso, e mal chegado nas plagas de cá, meu coração odisseu já bate inquieto atiçando minha caseira alma.

Posso até ir, mas pelo mar, decerto não vou
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