quinta-feira, agosto 15, 2002



Telegráfico

Eu amo. Ela ama, não proclama. O tempo encolhe, a janela é o visor do mundo e oráculo de nós. O vaticínio em parte se confirma. O círculo se fecha, o entorno é redondo. Tudo aproxima, quase tudo periga nesse altar de conchas, puro mistério e nele me emaranho, sem susto ou sobressalto. Sortilégio, visgo que nos ata, mesmo longe perfeita percepção. Enfim, afins, a fim. A espera, a espera, a espera.

Quando, por fim?


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