Pesquisar este blog
Arquivo do blog
►
2016
(2)
►
fevereiro
(1)
►
janeiro
(1)
►
2015
(5)
►
agosto
(1)
►
julho
(1)
►
janeiro
(3)
►
2014
(6)
►
dezembro
(1)
►
novembro
(5)
►
2010
(1)
►
janeiro
(1)
►
2008
(5)
►
dezembro
(1)
►
novembro
(1)
►
outubro
(1)
►
julho
(2)
►
2007
(1)
►
julho
(1)
►
2005
(1)
►
maio
(1)
►
2004
(15)
►
outubro
(2)
►
julho
(2)
►
junho
(1)
►
maio
(1)
►
abril
(1)
►
março
(2)
►
fevereiro
(3)
►
janeiro
(3)
►
2003
(69)
►
dezembro
(1)
►
setembro
(3)
►
agosto
(9)
►
julho
(15)
►
junho
(8)
►
maio
(4)
►
abril
(4)
►
março
(4)
►
fevereiro
(8)
►
janeiro
(13)
▼
2002
(162)
►
dezembro
(4)
►
novembro
(12)
►
outubro
(14)
►
setembro
(17)
▼
agosto
(15)
Cobra ou camaleão Parece que este blog tem uma ...
Feito feitiço Toda vez que me encanto me quedo ...
Raso Amealho todo dia, aqui e ali, um pouco dis...
Debelar Se a ruptura trinca, aparta ou fende, ...
Alvíssaras Mesmo comedido não tô cabendo em mim...
Azul O vôo. O azul e seus matizes, o...
Incompleta trajetória Latente desejo já confess...
Telegráfico Eu amo. Ela ama, não proclama. O te...
Presságio Pressinto que me espera só não sei se...
Saartjie Baartman, uma mulher ...
Cativo Não tem como deter um querer, um desses q...
Enredado Paulo César Pinheiro escreveu, Dory C...
Luz, sombra e reflexo Portas e janelas es...
Indícios Não ressoa nem reverbera mais. O eco t...
Atar Parece que não há, fora das livres metáfor...
►
julho
(23)
►
junho
(19)
►
maio
(20)
►
abril
(6)
►
março
(5)
►
fevereiro
(11)
►
janeiro
(16)
►
2001
(288)
►
dezembro
(20)
►
novembro
(15)
►
outubro
(20)
►
setembro
(19)
►
agosto
(22)
►
julho
(27)
►
junho
(39)
►
maio
(30)
►
abril
(22)
►
março
(34)
►
fevereiro
(34)
►
janeiro
(6)
quarta-feira, agosto 28, 2002
Raso
Amealho todo dia, aqui e ali, um pouco disso e daquilo. E como se sabe, isso e aquilo alimentam o dia-a-dia e dão sustância à vida.
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Postagem mais recente
Postagem mais antiga
Página inicial
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário