domingo, setembro 02, 2001



Peitos e Bundas

Tava aí nas madrugadas vendo numa estação de tv tupiniquim um programa sobre sexo e tal. E parece que o tema recorrente nesses programas, seja aqui ou em qualquer parte, é sempre sobre as tais preferências de uns e de outras. Pras outras perguntam sobre tamanho, pros demais sobre peito e sobre bunda.

Se as perguntas são rasas, as respostas vêm rentes. Uma tédio só. Mas nas estatísticas da noite pintou uma novidade no meio do macharal: peito empatou com bunda, contrariando a tese que aqui neste patropi bunda ganha disparado. Quer dizer, ser calipígia ou peituda nas variadas formas e volumes, inclusive silicônicos, agora tanto faz. Eu cá aprecio as formas naturais e mais suaves, seja pra frente ou pra trás.

A histórias das preferências é antiga. Até o Agostinho, aquele argelino esperto que nasceu ali no ano 354, e que aos 17 vivia na maior concupiscência e já era amancebado, mas depois se tornou santo e doutor da igreja católica, e talvez o mais sábios deles, também entrou nessa milenar pendenga, e se amarrava era nuns peitos e morreu atormentado porque não conseguia esquecer os da mãe e pensava que essa fixação era pecado. Só muito tempo depois o dr. Freud ( que também padecia da mesma atração) deslindou o mistério. Mas a história continua...