quarta-feira, maio 09, 2001


Oníricas fustigações

Entre afundar e boiar prefiro levitar. Daí que só sonho sonhos que decerto não se percam, que se sustentem no ar. Quer dizer, tento. Sonhos ideais esses, que todos deveriam ousar sonhar. Mas que ninguém sonha sempre. Nem eu. Os meus, na verdade, uns encalharam, outros afundaram e alguns ainda seguem firmes com sentido e direção. E tem os novos, esses que todo dia acrescento por conta dessa minha teimosia na busca de ser feliz.