Abaixo as calcinhas (ou a guerra continua)
A australiana Germaine Greer, de 62 anos, doutora em literatura por Cambridge e talvez a mais brilhante e influente ativista da liberalização feminina nos anos 70, publicou vários livros interessantes sobre o assunto. Mora há mais de 30 anos na Inglaterra onde o sol nunca aparece e provavelmente por isso tá comprando mais uma briga. Veja só: declarou que, com a melhoria da calefação das casas, calcinhas e sutiãs tornaram-se "incômodos e inadequados" já que perderam a sua finalidade original de "aquecer as partes íntimas". Germaine afirma que a lingerie sobrevive tão somente para "preservar o fetiche sexual exigido por imposição machista".
Muito justo. E nos países assim tropicanos, que nem nosso patropi, essas peças servem pra quê?
